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Os responsáveis por gerir a candidatura de Salvador como sede da Copa do Mundo de 2014 apostam no Estádio da Fonte Nova.
A dúvida está entre reformar ou implodir a praça esportiva e se erguer outra no local.
Por exemplo: Jaques Wagner prefere a implosão, enquanto Ednaldo Rodrigues ainda crê na reforma.
A chance de nova arena na Avenida Paralela é limitada, o que, para mim, é racional.
Sobrevive pois o investidor da iniciativa privada pode exercer forte pressão.
Pesa à favor da Fonte Nova a localização e o processo de revitalizar Centro Histórico e Comércio.
Fora o acesso, seja a pé, de carro, ônibus ou metrô, embora, sobre este, a conversa soe a enrolarão.
O grupo ligado à Luso Arenas, que já vistoriou a Fonte Nova, não está mais sozinho.
Equipe da Secretaria de Indústria, Comércio e Mineração articula, desde este semestre, a captação de recursos para viabilizar a obra com outro interessado português.
O que não quer dizer nada, além de concorrência, o que é muita coisa.
Relatório publicado no final de outubro no site oficial da Fifa indica o nome de Arena da Bahia como um dos 18 estádios do país.
A conversa com o Secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Nilton Vasconcelos, me animou.
Nilton mostrou-se incomodado com a capacidade de 40 mil pessoas do projeto inicial.
Julga absolutamente insuficiente e vê uma elitização, o que, no nosso estado, pode ser um alto risco.
Outra preocupação é fazer a Copa do Mundo ser um ganho para outros esportes.
No projeto inicial, com centro de convenções, praça de alimentação e estacionamentos, consta o final da Vila Olímpica.
Neste mês, o governo deve dar mais alguns sinais.
A decisão final vai ser tomada até o primeiro semestre de 2008, antes de as sedes da Copa serem definidas.
Escrito por Marcelo Sant' Ana às 9h21.
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